sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Aos moradores de Belém.

Aos moradores de Belém

No dia 27 de Setembro a população de Belém tem a oportunidade de através do seu voto contribuir para a derrota da política seguida ao longo dos últimos 30 anos, em prejuízo do povo trabalhador e do país.
De facto o neoliberalismo desenvolvido pela União Europeia e aplicado em Portugal pelos sucessivos governos do PS e do PSD, conduziram a Europa e o nosso País em particular à grave crise económica que estamos a viver.
As políticas contra o sector público do Estado e os Serviços Sociais, quer no campo da Saúde, da Segurança Social, do Ensino, da Segurança e do Emprego (onde o Código do Trabalho desempenha um papel redutor dos direitos dos trabalhadores), conduziu a um aumento das desigualdades, colocando o nosso País no último lugar no que diz respeito à distribuição da riqueza criada.
Isto é: os ricos são cada vez mais ricos e o número de pobres tem aumentado com a proletarização de grandes sectores sociais, que se julgavam fora desta realidade.
Neste quadro as eleições Legislativas e Autárquicas constituem duas batalhas do mesmo combate pela justiça social e a continuação da derrota das políticas de direita que conduziram o País à situação actual.
Pela luta travada em defesa da Soberania Nacional, o Emprego com direitos, Pensões de Reforma dignas e o desenvolvimento da Produção Nacional, os representantes da CDU assumem-se como os mais consequentes e aqueles que não ficam pelas promessas eleitorais, mas desenvolvem a sua acção tendo sempre presente os superiores interesses do País e dos trabalhadores.
Na freguesia de Belém os moradores têm possibilidade de fazer essa comparação se consultarem as actas das reuniões da Assembleia de Freguesia e compararem as posições defendidas pelas diferentes forças políticas aí representadas.
Contra as políticas que o Bloco Central dos interesses mesquinhos instalados e representado pelos que nos têm governado (PS, PSD e CDS), votem na CDU porque com o seu fortalecimento estão a contribuir para impor o fim das políticas neoliberais e restaurar os valores que o 25 de Abril prometeu para os Portugueses: Justiça Social, melhores salários, empregos dignos, Saúde e Educação para todos, combate efectivo à corrupção e Justiça em tempo útil.
Os políticos e os Partidos não são todos iguais como vos querem fazer crer
A CDU é diferente e temos orgulho nisso
Vença o preconceito e vote CDU e verá que o País mudará para melhor

A CDU de Belém

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Maturidade, competência e responsabilidade autárquica!

Trabalho e obra ao serviço das populações
Está concluída a entrega das candidaturas às eleições autárquicas de Outubro próximo e concretizado com êxito o primeiro dos objectivos da CDU.
Uma expressiva e presença generalizada de listas para os órgãos municipais (301 dos 308) e, sobretudo, pelo seu significado, a apresentação em 2275 freguesias (que constitui o maior número de listas a freguesias desde 1989), são expressão da dimensão nacional de um projecto enraizado na vida e realidade locais.
E também uma confirmação, que um balanço posterior tornará ainda mais nítido, do carácter unitário das candidaturas da CDU que a confirmam como um espaço de participação e convergência democráticas de milhares de homens e mulheres independentes que, ao lado do PCP e do PEV, agem e trabalham, em maioria ou minoria, em defesa dos interesses locais e da melhoria das condições de vida das populações.Uma participação que desmente todos os que a propósito das listas de cidadãos eleitores se apressam a transformá-las em listas de independentes quando em muitos dos casos são, sobretudo, veículos de projectos particulares, ambições pessoais ou mal disfarçadas candidaturas partidárias.
E que sobretudo afirmam a natureza superior de uma força política que sem esconder quem lhe dá suporte político e jurídico faz da empenhada e participação de milhares de cidadãos independentes um acto responsável, baseada num projecto claro, num percurso de trabalho e obra que lhe confere particulares responsabilidades.
Um projecto incompatível com soluções de aluguer de sigla ou baseadas em disponibilidades de momento ou arrivismos à margem de um programa responsável.
Aqui estamos agora prontos a construir uma grande campanha eleitoral que, articulada com a decisiva batalha das legislativas e para esta contribuindo, confirme a CDU como uma força indispensável à afirmação e defesa do poder local, amplie as suas posições e número de eleitos e a projecte para um novo mandato com as acrescidas responsabilidades que o seu trajecto de trabalho e obra realizada lhe confere.
Na CDU e na intervenção dos seus eleitos locais está presente um reconhecido património de trabalho e realizações, uma distintiva qualidade na intervenção e gestão de centenas de autarquias, uma inegável obra realizada na valorização urbana e cultural de numerosos concelhos e freguesias do País, uma acção em defesa do poder local democrático e um percurso marcado pelo trabalho, honestidade, competência e isenção.
Na defesa intransigente dos interesses populares, na acção empreendedora de apresentação de propostas e soluções mas também, nas provas dadas pelo trabalho desenvolvido, a CDU afirma-se como uma força portadora de um projecto de futuro com a energia, a capacidade e o saber indispensáveis à construção de uma vida melhor.Qualidade e modernizaçãoPara os que concedem, perante um trabalho e resultados sem paralelo desenvolvido, no reconhecimento da acção da CDU nas autarquias para de imediato sentenciarem sobre o esgotamento do seu projecto autárquico, a acção dos eleitos da CDU cuida de os desmentir.
Manutenção de elevados níveis de qualidade na gestão de equipamentos e infra-estruturas convivem com uma indesmentível capacidade de inovação e de resposta a novos problemas.
Qualidade e rigor na gestão que soube construir nos grandes meios urbanos, cidades com centralidade próprias, preenchidas por uma vida social e cultural ímpar onde antes predominava uma organização de espaço urbano limitado a pouco mais que dormitórios, como é bem patente na Península de Setúbal. Qualidade e inovação na gestão, responsáveis por realizações como o Fluviário de Mora ou a Central Fotovoltaica de Moura terem um reconhecimento que vence as fronteiras nacionais. Qualidade e competência que fazem das autarquias da CDU um incontornável contributo para o desenvolvimento local e regional como o testemunha a inegável capacidade de realização e captação de investimento de base económica de que os sete municípios da CDU em Beja (dos 13 que constituem o distrito) são exemplo ao serem responsáveis pela captação de 94 por cento dos fundos comunitários do III QCA destinados àquele distrito. Qualidade e modernização dos sistemas urbanos e da organização do território traduzidos na actualização dos instrumentos de planeamento, na introdução de novos e modernos meios de transporte, na valorização e usufruto do espaço público de que uma nova geração de parques urbanos é exemplo. Qualidade na educação e nos projectos educativos, na ligação da escola ao meio e do ensino à vida, na difusão e valorização da ciência de que o Centro de astronomia/Parque de Ciência Viva em Constância é exemplo.
Qualidade e democratização do acesso à cultura e à prática desportiva reconhecidamente afirmadas pelas Seixalíadas, o maior e mais importante evento desportivo de massas realizado no País.
Qualidade e firmeza na defesa do carácter público da gestão, na preservação da água enquanto bem público, na valorização dos trabalhadores da autarquia e das suas condições de trabalho.
Suportado num projecto sério, responsável e com princípios que, como nenhum outro, dá garantias de trabalho, honestidade e competência, a CDU parte para um novo mandato em condições de honrar o seu percurso de trabalho na construção de uma vida melhor.
• Jorge CordeiroMembro da Comissão Política http://www.avante.pt

sábado, 29 de agosto de 2009

O povo vencerá em Timor!

“Uma falsa estabilidade”, avisa Mari Alkatiri.
29 de Agosto de 2009
No ano em que se comemoram os 10 anos do referendo que deu a independência a Timor-Leste não param as críticas da FRETILIN ao governo de Xanana Gusmão. Mari Alkatiri é o líder do maior partido timorense, na oposição, e foi o primeiro primeiro-ministro do Timor-Leste independente, forçado a abdicar após a crise de 2006.
-Como resumiria a situação actual de Timor-Leste?
-Timor é um país pequeno, com riqueza e potencialidades para se desenvolver, que está entre dois gigantes. Estamos ainda a tentar gerir as bombas relógio que a Indonésia deixou: as divisões no seio do nosso povo e a cultura de violência, a tendência que as pessoas têm de ter uma boa vida, fácil, sem grandes trabalhos.No tempo da Indonésia havia uma causa – contra a ocupação. Hoje há uma perca completa de uma causa unificadora. Nos primeiros anos, com a ONU, pretendeu-se criar um Estado trazendo pessoas da Europa do Norte até à África subsahariana. Só se trabalhou na base da estatística. Hoje o que o governo está a fazer é usar o dinheiro dos recursos que nos são oferecidos pela natureza para fazer populismo e demagogia. Subsidiar tudo e não libertar a energia criadora do povo. As pessoas têm de ser educadas no sentido de se libertarem e de se sentirem dignas por viver melhor, mas como fruto do seu trabalho e participação no processo.
-Tem-se encontrado com os militantes da FRETILIN e com as populações por todo o país. O que sentem hoje estas pessoas?
-Inicialmente todos acham que a violência se responde com violência. Foi preciso um trabalho persistente, uma frieza política, e dizer claramente que tem de se romper com este ciclo de violência. Já se falava de estado falhado... A sorte do actual governo, para além de ter o dinheiro que deixámos, é ter uma oposição que não quer violência.
-Porque é que defende eleições antecipadas?
-Lancei um repto para um referendo para saber se a maioria das pessoas quer ou não eleições antecipadas. Consultar as pessoas para evitar que se cansem e achem que podem descer às ruas e derrubar o governo. Há um problema de legitimidade: as pessoas que estão no poder são quem esteve por trás da crise de 2006, quem entendeu começar com a violência e dividiu a polícia e as forcas armadas. Foi um golpe semi-constitucional.
-Julga que existe uma grande distância entre classe politica e o povo?
-Quem governa, quando se descuida, pensa que está a governar para si e não para os outros. Hoje temos um sistema de compadrio, corrupção e nepotismo de toda a ordem. A mesma família tem não sei quantos membro nos governo, não sei quantos embaixadores... As empresas são criadas em função da vontade do primeiro-ministro. Quem está a governar fala em nome do povo, faz encomendas de milhões e milhões “porque o povo precisa”, mas são os seus bolsos que estão a encher.
-À frente de Timor-Leste continuam hoje as figuras de 75. Julga que seria altura de uma nova geração assumir a liderança do país?
-Não pode ser uma decisão. A liderança aparece naturalmente. Eu não pretendo voltar a governar, quero criar uma dinâmica de mudança no partido, para garantir que no momento certo a nova geração assuma a liderança. Ramos-Horta, Xanana, eu próprio, fomos os criadores desta nação. Naturalmente não somos os donos, temos a responsabilidade de criar uma dinâmica de mudança.
-Defende a criação de um tribunal internacional para julgar os crimes da ocupação indonésia?
-Não acredito que algum dia venha a ser criado. Não concordo com amnistias a torto e a direito, a justiça não pode ser negada a ninguém. Mas quem governa tem de saber se é o momento. O que é que vai conseguir: criar o tribunal ou abrir um novo conflito? A democracia na Indonésia ainda está a consolidar-se. Para já, exigir justiça é confrontar. Por outro lado, o conselho segurança da ONU vetará de certeza qualquer tentativa, porque todos querem boas relações com a Indonésia. O tribunal deve existir quando o povo timorense e indonésio, juntos, possam exigi-lo. Só o povo timorense não vai a lado nenhum.
-Como encara hoje a cooperação de países como os Estados Unidos ou a Austrália, que sempre apoiaram a ocupação indonésia?
-Qualquer país, neste mundo globalizado, tem de se relacionar com todos. Iniciámos a governação como país independente com ajuda externa, não tínhamos um centavo de receitas próprias. A questão é saber gerir a ajuda, de modo a não criar dependência. Hoje em dia é possível porque já temos receitas próprias. Tem é de se definir um programa claro de desenvolvimento, e não que cada um chegue e diga o que quer fazer. Quando o projecto está dentro do programa é sustentável.
-E qual a sua opinião sobre a presença de internacionais em Timor?
Está a aumentar de dia para dia, e ajuda a criar uma economia de bolha, fictícia. Dizem que o crescimento económico é 12%, o maior do mundo, mas crescimento não tem nada a ver com desenvolvimento económico. É um crescimento fictício, um balão que pode rebentar a todo o momento, basta que chegue o fim do mandato das Nações Unidas e as pessoas comecem a sair. Não há criação de emprego, o sistema de educação e de saúde estão a colapsar.
-Considera que existe uma economia paralela, vedada aos timorenses?
-É claríssimo. E também já se começa a ver uma elite timorense que compete nesta economia paralela, de uma forma parasita. Não é uma capacidade real desta classe, é tudo alimentado pelo orçamento de Estado, de forma ilícita. É completamente insustentável e vai dar problemas ao próximo governo. Para além de uma oposição que não quer violência, a grande presença de uma força internacional ajuda a criar esta falsa estabilidade. Se todo o sistema que estiver a ser montado não for feito numa base consensual, até onde poderemos ir no dia em que as forças internacionais se retirarem?
-De que mais gosta no seu país?
-Viver a parte mítica da cultura timorense, ir até as entranhas deste povo. Perceber melhor porque é que foi tão forte na resistência e como é que pode ser igualmente forte na construção do país.
-Qual é o seu maior sonho para Timor-Leste?
-Ter um país estável, que vá progredindo de ano para ano. Sem correr muito, porque assim não se faz nada sustentável. Ter pessoas com uma educação e uma saúde de qualidade, água potável para todos. Ter um país verde

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Um exemplo vivo de militância e luta.



Realizou-se o funeral do nosso camarada Morais e Castro, no cemitério do Alto de São João em Lisboa. Tratou-se da comovida despedida de um companheiro de luta.
Cinco décadas de luta e, simultaneamente, da reafirmação por este imenso colectivo partidário, da determinação de prosseguir essa luta até à vitória final, à completa e definitiva emancipação humana.

A luta continua, camarada!


sábado, 22 de agosto de 2009

A CDU presente: vigilante e actuante!


CDU decide pedir suspensão de funções de Governadora Civil de Lisboa.

Em causa o equilíbrio democrático e a lei da igualdade entre as candidaturas.
CDU decide pedir suspensão de funções de Governadora Civil de Lisboa.
Enquanto titular de órgão de poder tem competências que incluem o processo eleitoral.
A CDU reclama a suspensão da Governadora Civil de Lisboa.A actual titular deste cargo é a candidata nº 5 da lista do PS para a CML.Ora, enquanto titular, a Governadora tem competências em matéria eleitoral – o que torna, no plano político, manifestamente incompatíveis as duas situações do ponto de vista democrático.
Além disso, os princípios do equilíbrio e da igualdade entre as candidaturas impõem tal suspensão – que já devia ter sido decidida pela própria, uma semana depois da apresentação das candidaturas.
A CDU manifesta a sua indignação pelo facto de o próprio Ministro da Administração Interna e o Primeiro-Ministro não serem eles próprios a tomar a iniciativa de substituir a Governadora nem sequer depois de apresentadas as candidaturas.
Um gesto de oportunismo político que a CDU repudia.

Lisboa, 21 de Agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009


O nosso candidato, Cabeça de Lista, para Belém.


JOSÉ ANTÓNIO ALVES COELHO, Professor, membro do PCP, eleito na Assembleia de Freguesia de Santa Maria de Belém, é o nosso candidato, Cabeça de Lista da CDU.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

FESTA DO AVANTE - 4, 5 e 6 SETEMBRO 2009

Caros Camaradas e Amigos,

Aproxima-se mais um ano em que a nossa União e Força vencem a vontade de alguns em destruir aquela que é já considerada a Maior e Melhor Festa em Portugal.



Regista já na tua agenda:




Confirma desde já a tua presença e obtém a tua EP, válida para os três dias de festa. Se comprares até dia 3 de Setembro, ainda poupas 9,00€.
Poderás obter mais informações junto dos Centros de Trabalho do PCP.


A Comissão de Freguesia de Santa Maria de Belém tem EP's para vender, caso queiras, envia-nos um e-mail com os teus detalhes e a confirmar a quantidade pretendida: cdubelem@gmail.com.


Não percas a festa...

Em Portugal não há nenhuma como esta!!!
Consulta mais novidades da festa em: http://www.festadoavante.pcp.pt/

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Belém não é só o Restelo!

Os belenenses merecem mais qualidade de vida e desejam a mudança!

Menosprezo pela segurança da população.

A insuficiente iluminação pública junto de um histórico chafariz (sec. XVIII), situado na Calçada do Galvão, precisamente em frente da Igreja da Memória, monumento nacional, ameaça com situações de insegurança para a população desta zona da Freguesia.Pela natureza do local, pouco ou nada movimentado à noite, e pela ausência de policiamento regular, não é difícil adivinhar a possibilidade de haver assaltos ou de surgirem, inesperadamente, outros perigosos actos praticados por marginais que por ali costumam passar.
Efectivamente, uma grua que passou pelo arruamento derrubou completamente o candeeiro, que permaneceu, ali estendido no chão, durante muito tempo. Quando o vieram retirar, em vez de o colocarem, no sítio dele, taparam o buraco e não o substituíram, o que atesta a incompetência de quem executa este tipo de trabalhos e muito mais de quem os dirige.
A população tem alertado a CML e a Junta, porém, os responsáveis continuam a fazer “orelhas moucas”…Há cabimento nos orçamentos da CML e da JF de Belém para realizar obras e repor a normalidade na iluminação e noutros serviços de interesse público mas o menosprezo pela necessária efectivação é evidente.
Imobilismo na CML e inércia na Freguesia.
É tempo de exigir a mudança para satisfação das reais necessidades da população.

JF-Adm. do Blogue CDU em Belém.


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O povo precisa de estabilidade.


O povo precisa de estabilidade.
Este Actual estava para ser sobre as eleições em Lisboa, e o misto de contradições, cobardias, oportunismos e imaturidades que permitem que um PS atolado na política de direita até ao pescoço, consiga o apoio de cidadãos que dizem agir em nome da «esquerda».
Esteve também para ser sobre a falta de memória, e para lembrar o cerco policial à Sorefame, com o Governo a usar a força policial para impor a liquidação da produção de comboios em Portugal, processo que vivi do lado certo da barricada (com os trabalhadores e o Partido) e António Costa viveu como Ministro da Administração Interna.
Mas um breve rodapé no telejornal obrigou-me a escrever sobre outra questão.
É que esse rodapé informava, coisa rara nos nossos dias, essa dos telejornais informarem.
E informava sobre a Venezuela, coisa ainda mais rara e prodigiosa.E essa informação, preciosa por rara e pela significância, é de que 10 anos de revolução reduziram para METADE a pobreza na Venezuela. Ou, traduzindo percentagens para números, e aproximando-nos da dimensão do processo, são SEIS MILHÕES de cidadãos que já saíram da pobreza, e SEIS MILHÕES que ainda falta sair.
O que diz TUDO da «democracia» que produziu 12 milhões de pobres até 1998 (quase metade da população país), e diz muito do potencial transformador de um processo que rompa com uma política ao serviço das classes dominantes. Um número que ainda permite explicar o ódio a Hugo Chávez e à revolução bolivariana, um ódio que une todos os vampiros que dentro e fora da Venezuela vivem do roubo dos recursos naturais e da exploração da força de trabalho, e se alimentam da miséria alheia.Tinha razão o povo venezuelano quando em 1998 encerrou um período de mais de 40 anos de «estabilidade política», de governos ora de «esquerda» (AD), ora de «direita» (COPEI), mas sempre ao serviço do imperialismo e dos exploradores, e mergulhou na «instabilidade» e na revolução, começando a estabilizar a vida de milhões.
É que na Venezuela, como em Portugal, a estabilidade do povo e dos exploradores do povo é incompatível.
É preciso, sempre, optar! Em Portugal, o povo também precisa da estabilidade que só na ruptura com a política de direita poderá alcançar!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Soluções para uma vida melhor.



No (tórrido) salão nobre da reitoria da Universidade de Lisboa, no discurso de apresentação do programa eleitoral do PCP, Jerónimo de Sousa foi claro ao rejeitar coligação com o PS, por manter "intocável o poder económico".
O secretário-geral dos comunistas apresentou, perante cerca de 150 pessoas, um programa com "Soluções para uma vida melhor", centrado numa política de "ruptura, patriótica e de Esquerda". Em contraponto com o que consideram ser a continuidade da "política de Direita", defendida pelo PS.
"O PCP será governo, se e quando o povo português quiser", acentuou Jerónimo sem abrir a porta à coligação com o PS. "Não. Não contem com o PCP para contribuir para uma política desta natureza", disse depois, criticando a política do PS que "mantém intocáveis os grandes interesses". Além disso, garantiu que, "ao fim de quatro anos e meio de Governo PS, a vida está pior para a grande maioria dos portugueses".
Jerónimo não se esqueceu de lembrar que são já 625 mil os trabalhadores desempregados e fez questão de associar a política seguida por Sócrates à do PSD.
"PS e PSD não têm nenhum resposta nova e diferente para os problemas do país". A ruptura é, por isso, a resposta que o PCP tem para dar ao eleitorado.
Assente em três objectivos centrais e desenvolvido por seis políticas-chave, o programa, que além de ser "ruptura, patriótico e de Esquerda", é um compromisso com os trabalhadores, o povo e o país".
O pleno emprego, o crescimento económico, a defesa e afirmação do aparelho produtivo são os objectivos, que serão concretizados através do desenvolvimento de políticas que consolidem as finanças públicas, dinamizem o investimento e valorizam o trabalho e os trabalhadores. Para isso, como se pode ler nas 50 páginas do programa, a banca comercial e os seguros deverão ser nacionalizados para ficarem ao serviço do desenvolvimento social.
Na Saúde, a aposta é na aproximação dos serviços dos utentes, aliada à redução do preço dos medicamentos. Na Educação, a escola pública deve ser gratuita e de qualidade, enquanto no Ensino Superior deve ser alterado o regime de financiamento. A oposição à revisão das leis eleitorais e a regionalização estão também vincadas no texto programático, que não omite a oposição do PCP ao Tratado de Lisboa nem o alerta para eventuais privatizações em diversas áreas como as da segurança interna. Além das políticas propostas para a legislatura, e porque a crise requer respostas urgentes, os comunistas propõem 26 medidas (ler caixa).
Apresentado o programa, restou a Jerónimo apelar ao voto para que seja "alterada a correlação de forças" e "ditar uma outra política."

http://http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1332266

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Cresce o entusiasmo e fortalece a confiança na CDU!


A CDU avança com inteira confiança!



Uma delegação da CDU de Lisboa, encabeçada por Ruben de Carvalho e com a participação de vários candidatos e dirigentes da CDU da Cidade de Lisboa, desloca-se amanhã, terça-feira, dia 11 de Agosto, às 14.30 horas, ao Palácio da Justiça para proceder à entrega formal das listas de candidatos autárquicos.

A CDU apresenta-se como alternativa sob o lema «Viver melhor em Lisboa».


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A duo!Planos do pluralismo neo-liberal...


CDU acusa SIC de favorecer PS e PSD.Lisboa exige «igualdade de oportunidade».
A CDU, em carta ao Director de Informação da SIC, exigiu «igualdade de oportunidade» para o esclarecimento público, em virtude do debate que esta estação de televisão realizou, na passada semana, apenas, com os candidatos do PS e do PSD para a Câmara de Lisboa, deixando Ruben de Carvalho, primeiro candidato da Coligação, de fora. «A SIC está necessariamente a ocultar as suas opiniões, projectos e críticas [de Ruben de Carvalho] – que os cidadãos irão avaliar em sede de votação nas eleições autárquicas marcadas pera 11 de Outubro», acusa a CDU, que foi a primeira força política a divulgar publicamente os seus candidatos aos órgãos do município de Lisboa, no dia 26 de Março de 2009.«A SIC, não convidando Ruben de Carvalho para o debate no “Jornal da Noite”, omitindo as ideias da CDU para a cidade de Lisboa, falha o seu dever de isenção e não cumpre a sua obrigação de dar a conhecer outros candidatos e suas ideias», acrescenta a Coligação, criticando ainda a estação de televisão de procurar «objectivamente influenciar o resultado eleitoral a favor das candidaturas do PS e do PSD». No documento, a Coligação, «a única candidatura alternativa para a cidade de Lisboa», recorda também que a SIC «está obrigada ao princípio do pluralismo democrático, devendo promover a divulgação plural de ideias ao abrigo do princípio da igualdade de tratamento – como determina a lei». A SIC já foi, entretanto, advertida pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), sobre um debate ocorrido no dia 19 de Junho de 2007.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Anticomunismo Primário



Há dias atrás, o Presidente do governo regional da Madeira lembrou-se de lançar para a praça pública a proposta de alteração à Constituição de forma a proibir o comunismo.

Com efeito, esta proposta “pseudo-peregrina” (já defendida em 2003), evidencia o carácter (ou a falta dele) de que o Presidente do Governo Regional da Madeira padece.

Pouco satisfeito com o cargo de Presidente do Governo Regional da ilha da Madeira desde Março de 1978, ainda quer mais e este mais é - Senhoras e Senhores: proibir o comunismo.

O Avante de 23 de Julho no seu editorial fala disto mesmo e intitula o seu artigo de “Recorrências Perigosas”. Nele explana a enorme mediatização que esta proposta despertou nos meios de comunicação social e a “comparação perversa” que é efectuada entre o comunismo e o fascismo sempre que se ouve tais “enormidades”.

Para finalizar este assunto, até porque de onde vem não merece que se perca tempo a contra-argumentar (apenas o necessário e de forma contundente), de referir que os partidos comunistas e neste caso concreto, o PCP, constituíram e constituem o garante e a salvaguarda dos valores democráticos de que norteiam o nosso país saído do fascismo após o 25 de Abril de 1974

Há dias atrás, o Presidente do governo regional da Madeira lembrou-se de lançar para a praça pública a proposta de alteração à Constituição de forma a proibir o comunismo.

Com efeito, esta proposta “pseudo-peregrina” (já defendida em 2003), evidencia o carácter (ou a falta dele) de que o Presidente do Governo Regional da Madeira padece.

Pouco satisfeito com o cargo de Presidente do Governo Regional da ilha da Madeira desde Março de 1978, ainda quer mais e este mais é - Senhoras e Senhores: proibir o comunismo.

O Avante de 23 de Julho no seu editorial fala disto mesmo e intitula o seu artigo de “Recorrências Perigosas”. Nele explana a enorme mediatização que esta proposta despertou nos meios de comunicação social e a “comparação perversa” que é efectuada entre o comunismo e o fascismo sempre que se ouve tais “enormidades”.

Para finalizar este assunto, até porque de onde vem não merece que se perca tempo a contra-argumentar (apenas o necessário e de forma contundente), de referir que os partidos comunistas e neste caso concreto, o PCP, constituíram e constituem o garante e a salvaguarda dos valores democráticos de que norteiam o nosso país saído do fascismo após o 25 de Abril de 1974.
T.C. da Adm. do Bolg CDU em Belém




sábado, 25 de julho de 2009

Estranha maneira de "arrumar a casa"!


Lisboa

Autarquia financia PS


A CDU de Lisboa alertou, na passada semana, para o arranque, por parte do PS, «de um ciclo de desperdício de dinheiros públicos em materiais de propaganda eleitoral». «Com a chancela da Câmara de Lisboa e paga com dinheiros públicos, estão em distribuição vários documentos – seguramente aconselhados por consultores de propaganda eleitoral», denuncia a Coligação, explicando que, há dias, «saíram em vários jornais encartes designados “Carta Estratégica”, um material espalhado aos milhares de grande apresentação e caríssimo, com um conjunto de ideias gerais e ainda não discutidas na autarquia nem na Assembleia Municipal definidas por um conjunto de comissários, alguns dos quais já trabalharam com Santana Lopes e a concretizar no horizonte temporal de 2010 a 2024».

No entender da CDU esta situação é «condenável», tratando-se de um método «infelizmente cada vez mais frequente e agora em aberto e franco progresso na cidade de Lisboa».

Com o aproximar das eleições, «esta situação é ainda mais condenável do que nunca». «À falta de obra, o PS e António Costa remetem para o futuro tudo o que não fazem no presente», alerta a Coligação Democrática.


http://http//www.avante.pt/noticia.asp?id=29959&area=7



quinta-feira, 16 de julho de 2009

Conversa fiada!

Parole … parole


O título da canção italiana traduz a crítica às palavras sem consistência das forças da política de direita e do oportunismo dos «cucos». E verbera o «vale tudo» de uma forma de estar na política que expressa interesses contrários aos trabalhadores.
A campanha eleitoral evidenciou que há forças políticas que copiam, sem escrúpulos, não apenas propostas do PCP (nisto o BE é o maior), mas até expressões, que adaptam à sua agenda – assim cai o estigma anticomunista da «cassete», que criou tantas dificuldades ao PCP na defesa das suas propostas.
Ouvir as rábulas da direita sobre a soberania, os MPMEs e os reformados, ou o inefável P. Portas sobre o «trabalho dos deputados CDS» é um momento exigente para resistir à náusea.
Assistir às afirmações de M. F. Leite – paradigma da «política de verdade» -, que tão depressa «rasga» e entra em «ruptura» com as políticas sociais do Governo, como clarifica que não se opõe a coisa nenhuma, evidencia que PS e PSD têm no essencial a mesma política – que conduziu à crise, que nesta fase concentra riqueza e que, na putativa saída da crise, propõe novos cortes na despesa social do Estado, sempre ao serviço dos grandes interesses. É a «banha da cobra» da alternância que não altera patavina da política de direita.
Ouvir de Sócrates cobras e lagartos contra o neoliberalismo ou a defesa do voto de «esquerda» no PS, no «combate contra a direita», em defesa do «Estado Social», põe a nu o «conto do vigário» que persiste na «continuidade» das mesmas políticas neoliberais, que levou a um nível sem precedentes.
Reler a mistificação do «sobressalto» necessário para que o PS se aguente nas próximas eleições e a oferta de álibis à «esquerda» para que continue a governar à direita, quando é evidente a urgência da ruptura e que esta só pode resultar de menos PS e mais PCP, põe a claro que não há palavras bonitas «à esquerda» que possam esconder os projectos dos pré-candidatos a líder do PS ou a PR.
Rever como os «cucos» se põem a jeito de todos os «sobressaltos» e do mais que possa trazer votos, sem princípios nem projecto, mas sempre anticomunistas, que é doentia a ambição de «uma nova esquerda para liderar essa alternativa» (F. Louçã 12.06) e é ainda maior a patranha. Porque sem ruptura com a política de direita e sem o reforço do PCP não há caminho para a alternativa.
O resto são «parole ...» e pouco mais.



Fonte: Carlos Gonçalves








terça-feira, 14 de julho de 2009

É presiso avisar toda a gente!



Câmara de Lisboa financia campanha do PS



13-Jul-2009


António Costa, Presidente da CML pelo PS e candidato do PS a novo mandato, entrou agora naquilo que parece o arranque de um ciclo de desperdício de dinheiros públicos em materiais de propaganda eleitoral. Mais e tão grave quanto isso: em alguns desses materiais de propaganda são divulgadas informações erróneas (mentiras).

Com a chancela da CML e paga com dinheiros públicos, estão em distribuição vários documentos ; seguramente aconselhados por consultores de propaganda eleitoral ; que a CDU denuncia.
Câmara de Lisboa financia campanha do PS António Costa, Presidente da CML pelo PS e candidato do PS a novo mandato, entrou agora naquilo que parece o arranque de um ciclo de desperdício de dinheiros públicos em materiais de propaganda eleitoral.
Mais e tão grave quanto isso: em alguns desses materiais de propaganda são divulgadas informações erróneas (mentiras).
No último fim-de-semana, saíram em vários jornais encartes designados «Carta Estratégica», um material espalhado aos milhares de grande apresentação e caríssimo, com um conjunto de ideias gerais ainda não discutidas na CML nem naAssembleia Municipal definidas por um conjunto de comissários, alguns dos quais já trabalharam com Santana Lopes e a concretizar no horizonte temporal de 2010 a 2024.
Tudo isto, à conta do erário municipal e com um só objectivo: que se fale da CML de gestão PS.
Tal modelo é condenável, no entender da CDU. Trata-se de um método infelizmente cada vez mais frequente e agora em aberto e franco progresso na Cidade de Lisboa.

Com o aproximar das eleições esta situação é ainda mais condenável do que nunca.
À falta de obra, o PS e António Costa remetem para o futuro tido o que não fazem no presente.
Esta brochura, tudo indica, faz parte de um programa de promoção em curso. Certamente aconselhado por consultores eleitorais. Mas nem por isso menos ilegítimo e menos grave.
Em documento anteriormente distribuído em caixas de correio pela Cidade ; outra verdadeira destruição de recursos financeiros da autarquia em situação de debilidade crescente; foram inclusive divulgadas mentiras como estas: construção de 80 km de corredores BUS (é mentira); 40 km de vias cicláveis (nenhuma em funcionamento);criação do Conselho Municipal da Juventude (é mentira: foi criado em 1995, encontra-se suspensa pela Assembleia a sua implementação por provável infracção da Constituição e, lei recente), garantia de financiamento para reabilitação urbana (não é verdade: a Assembleia Municipal não garantiu a votação qualificada exigida na lei).
O PS não vai por bom caminho, a seguir por aqui.
António Costa tem de assumir as suas responsabilidades e conter de imediato este desperdício ilegítimo de dinheiros públicos, o que está a fazer lembrar outras experiências autárquicas recentes e por todos condenadas.
A CDU não se coíbe de recorrer às instâncias que a lei permite para conter a hemorragia de dinheiros municipais, se tal se mostrar necessário.


Lisboa, 13 de Julho de 2009


A CDU de Lisboa
Jornal da ORL
http://www.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

É caso para suspeitar.


Negócio do terminal de contentores de Alcântara sob suspeita

Há suspeitas de que o Estado foi prejudicado no negócio de alargamento do prazo de exploração do terminal de contentores de Alcântara, em Lisboa.
De acordo com a edição, deste domingo, do Correio da Manhã, o acordo com a Liscont, assinado pelo ministro Mário Lino, vai ser investigado pelo Ministério Público.
Está é a primeira consequência directa do relatório preliminar do Tribunal de Contas.
Em Maio, o documento do organismo liderado por Guilherme d'Oliveira Martins referia que não foram acautelados os interesses do Estado, devido à inexistência de concurso público.
O Tribunal de Contas alertava também para o facto das projecções quanto à capacidade do porto de Lisboa não serem realistas.
Ou seja, o Governo prolongou a concessão alegando que a capacidade do porto poderá ficar esgotada antes de 2012. No entanto, em 2008, e de acordo com números da Administração do porto de Lisboa, citados pelo Correio da Manhã, no ano passado movimentaram-se menos quatro mil contenores do que em 2002.
Ainda segundo o Correio da Manhã, desde estes alertas do Tribunal de Contas que o Ministério Público acompanha o prolongamentro da concessão à Liscont por mais 27 anos.
Mesmo porque o aditamento ao contrato, assinado em Outubro do ano passado com a empresa do universo Mota Engil, refere que a Liscont tem direito à reposição do equilibrio financeiro, ou seja, está protegida dos prejuízos que possam resultar do investimento de quase 227 milhões de euros.
O ministro das Obras Públicas e o responsável pela Mota Engil, detentora da Liscont, recusaram comentar a informação avançada pelo Correio da Manhã.

terça-feira, 7 de julho de 2009

A corajosa construção da Democracia e do Socialismo na América Latina.


Os apoiantes do Presidente Manuel Zelaya, defensores da Democracia e do Povo, são vítimas da impiedosa violência de Micheletti e dos seus sequazes.
Fonte: Imagens doTimes Online


A reacção e o golpismo não desarmam.


HondurasPCP condena golpe

Em nota divulgada ontem pelo Gabinete de Imprensa, o PCP condena o golpe de Estado nas Honduras e alerta para eventuais manobras que, a coberto da condenação, pretendam na realidade legitimar os seus objectivos.
Manifestando «a sua solidariedade com a resistência e a mobilização dos trabalhadores, das massas populares e das forças democráticas e progressistas hondurenhas», os comunistas portugueses expressam «o mais profundo repúdio e inquietação perante as medidas de repressão contra o movimento popular que se manifesta nas ruas e a instauração pelo poder golpista de um regime de bloqueio informativo e cerceamento das liberdades».
Para o PCP, são de valorizar «a generalizada condenação internacional do golpe e as vastas acções de solidariedade para com o povo hondurenho, muito especialmente por parte das forças revolucionárias e progressistas latino-americanas», mas alerta «para eventuais manobras que, a coberto da condenação formal do golpe de Estado pretendam legitimar os objectivos deste acto anticonstitucional».
Fonte: Avante

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Contra factos não há argumentos!


Marcha da CDU :” Confiança, Protesto e Luta”

A CDU mostrou dia 23 de Maio de 2009 toda a sua força.


Mostrou que é capaz de congregar a um Sábado, 85.000 pessoas que lutam por uma vida melhor, que dizem basta a este estado actual do país em que se verifica um crescimento diário brutal do desemprego, que dizem basta à precariedade geral latente nos contratos de trabalho da maioria dos trabalhadores portugueses em contraponto com o enriquecimentos dos grandes grupos económicos, que dizem basta à utilização de verbas públicas para salvar bancos privados que apenas servem os interesses dos seus accionistas (veja-se o caso do BPN e esperemos pelo do BPP), em suma, constata-se uma regressão económico-social do povo português e para essa situação não contem com a CDU para a sua prossecução e aprofundamento. Rotura é a palavra de ordem contra esta situação.

CDU avança com toda a confiança!

Retomando o destaque inicial, foram 85.000 aqueles (militantes, simpatizantes, população em geral dos mais diversos quadrantes sociais) que marcharam pela CDU e com a CDU, constituindo a maior manifestação de uma força política de que há memória no nosso país e por essa razão só podemos estar contentes de que juntos conseguiremos alterar as políticas de direita de um governo PS que tanta desilusão tem semeado nos portugueses em geral.

Resistir é já vencer!

Contamos com todos, homens e mulheres que se revejam no projecto progressista que defendemos para a nossa sociedade para neste ano de 2009 marcado por várias eleições, dizer basta a este governo PS e às suas políticas de direita. A CDU lutará hoje e sempre pela defesa intransigente dos direitos do povo português e seremos sempre mais se escutarmos José Afonso e a sua primeira faixa que dá o titulo ao seu álbum “Traz Outro Amigo Também” datado de 1970.

CDU avança com toda a confiança!




T.C da Adm. do Blog CDU em Belém.





sexta-feira, 3 de julho de 2009

A CDU em Belém avança com a sua candidatura!


O canditato, Cabeça de Lista da CDU para a ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE SANTA MARIA DE BELÉM em LISBOA, é JOSÉ ANTÓNIO ALVES COELHO, Professor Efectivo Ensino Secundário.
Exerce cargos docentes na Escola Secundária Marquês de Pombal e desempenha funções sindicais na mesma escola.
É membro do PCP.
Tendo sido eleito em sucessivos mandatos na Assembleia de Freguesia, desde 1977, foi Presidente da mesma e, presentemente, é um activista ao serviço da promoção dos interesses da população de Belém .
Um colectivo de homens e mulheres da CDU, conhecedores dos problemas de Belém , propõe uma substancial mudança na Freguesia que garanta mais e melhor qualidade de vida.

Sim é possível!


Adm. do Blogue.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Finalmente há mais segurança para os utentes dos transportes públicos.



A retirada dos gradeamentos de protecção aos utentes dos transportes públicos, nas paragens de autocarros e de carros eléctricos, verificou-se em Belém, por ocasião da realização da cerimónia final do Tratado de Lisboa, em Dezembro de 2007.

A CDU considerou que as insistentes reclamações dos fregueses nas Sessões de Assembleia de Freguesia, justificavam-se e tinham razão de ser porque os utentes dos transportes públicos viam-se ameaçados pelo perigo de atropelamento com a permanente circulação de viaturas nas duas vias com o mesmo sentido.

Houve intervenções ao Sr.Presidente da Junta com o objectivo de este esclarecer as causas, ou os motivos, da retirada dos referidos gradeamentos de protecção.

Entre algumas respostas desconexas, o Sr.Presidente chegou o a alegar que a retirada seria para permitir o acesso a pessoas deficientes transportadas em carrinhos de rodas...

Quando um freguez de Belém enterveio numa sessão descentralizada da CML, na Sede do Clube de Caselas, apresentando o mesmo assunto junto da Edilidade, os senhores da Junta insurgiram-se contra a pessoa alegando que eles, da Junta, não tinham nada a ver com o assunto.

A insistência da população, o acompanhamento e intervenção da CDU na Junta e na CML, produziram os efeitos desejados a bem da promoção do interesse público.

Assim vai continuar na Freguesia de Belém e na Cidade de Lisboa.

Faltam os gradeamentos em frente aos Jerónimos que foram retirados e ainda não foram colocados.

Continuaremos a pugnar pela realização do plano de reparações que apresentámos a fim de dar à população aquilo que ela tem direito.


Adm. do Blog da CDU/Belém.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Em defesa do interesse dos munícipes.


CDU contra a suspensão do PDM em Monsanto
Foi publicado no «Diário da República» o diploma legal que suspende o Plano Director Municipal de Lisboa em parte significativa do Parque de Monsanto para a construção de uma subestação da EDP. A discussão verificada na Câmara Municipal por duas vezes manifestou claramente que, à excepção do PS e de Sá Fernandes, nenhuma outra força política concorda com a suspensão do PDM e muito menos sem estudo de Avaliação de Impacte Ambiental para a construção em Monsanto de uma nova subestação no Zambujal.
Trata-se inclusive de derrubar árvores no parque Florestal em mais de meio hectare. Tudo isso, em terreno sob a administração do Município de Lisboa, dentro do perímetro do Parque Florestal do Monsanto, adjacente ao que se encontra ocupado pela Subestação da Rede de Distribuição da EDP, junto a CRIL (Azinhaga da Marinheira), Freguesia de S. Francisco Xavier. Ou seja, um agrave lesão do interesse municipal ambiental.
O PS na Câmara mais Sá Fernandes e o Governo PS assumem assim a responsabilidade da decisão agora publicada em «DR» de esquartejar Monsanto para benefício da EDP, sem Estudo de Impacte Ambiental e contra a vontade da maioria dos eleitos na Câmara. O facto de esta parcela de terreno se encontrar classificada como Espaço Verde de Protecção, parcela integrante do Sistema Seco, Área com Potencial Valor Arqueológico, com nível de intervenção 2 e afecta ao Regime Florestal onde se integra o Parque de Monsanto, de acordo com os artigos 80º, 18º, 15º do RPDM. Ora, nos termos do artigo 80º do regulamento do PDM, as áreas verdes de protecção são áreas especialmente sensíveis sob os pontos de vista biofísico e / ou de enquadramento paisagístico e ambiental de áreas edificadas ou de infra-estruturas.
São por isso áreas non aedificandi, com excepção das infra-estruturas viárias e das instalações necessárias ao seu funcionamento e manutenção. Não é o caso. Governo e PS na Câmara permitem desta forma que se ultrapassem obrigações legais, como o processo de AIA, ou passar por cima do Planeamento da Cidade, lesando inclusive a autonomia municipal.
O aval a este procedimento, ao qual o PCP é contrário, não serve a requalificação e protecção do Monsanto; contraria os procedimentos legais normais para este projecto; e, não menos grave, coloca, sem contrapartidas significativas, uma parcela municipal nas mãos de uma empresa privada, cujos objectivos de mero serviço público são questionáveis, levantando suspeitas de condições menos onerosas de realização da obra face às possíveis alternativas.
Por tudo isso, o PCP na CML manifestou-se contra esta suspensão do PDM.

Fonte DORL

domingo, 21 de junho de 2009

A confissão da ameaça do colapso capitalista!

Schwarzenegger admite bancarrota.
Califórnia em hasta pública.
O mais rico, mais populoso e mais conhecido Estado norte-americano, um símbolo da prosperidade e do progresso capitalista, a terra das oportunidades sem fim e dos sonhos tornados realidade, encontra-se, afinal, perto da falência, admitiu o governador da Califórnia.
Em comunicação dirigida aos deputados locais, sexta-feira, dia 12, Arnold Schwarzenegger fez um apelo desesperado para que estes aprovem novos cortes orçamentais, absolutamente necessários, frisou, para que a Califórnia não se declare, ainda este mês, em bancarrota.
O governador Republicano pretende abreviar sobretudo nas despesas com o ensino, a saúde e o sistema carcerário, isto para manter intacto o orçamento com a segurança, que sustenta um autêntico exército privado num território de 37 milhões de habitantes, o qual, caso fosse independente, seria a nona economia do mundo.Entre as medidas propostas estão o despedimento de cinco mil funcionários do sector da educação, a redução do ano escolar em sete dias ou a substituição dos «obsoletos» compêndios de matemática e ciências, como os classificou Schwarzenegger numa palestra em Sacramento, por textos digitais no Facebook, no Twitter e nos Ipod's.
Na saúde, para além dos programas de despesas partilhadas, por exemplo, no tratamento dos doentes infectados com VIH/SIDA - os quais ficam com o acesso aos medicamentos adequados a cada caso muito mais restritos -, são praticamente erradicados os testes, a prevenção ou a monitorização terapêutica.Quanto ao sistema prisional, Schwarzenegger propõe a libertação de cerca de 38 mil presos através da comutação de pena. No que a infraestruturas diz respeito, a mais emblemática das 33 prisões do Estado está já à venda.
Tal como San Quentin, também estão a preços de saldo vários centros de exposições, parques de jogos e de diversão, e até o Coliseu de Los Angeles, palco das cerimónias oficiais de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de 1984.
Números da falência:
De acordo com as estimativas oficiais, a Califórnia tem um buraco orçamental de 25 mil milhões de dólares, e nem o facto de representar cerca de 13 por cento da economia norte-americana evita o descalabro. Os recursos próprios caíram 27 por cento em relação ao ano passado e a arrecadação de impostos está ao nível da registada nos anos 90, descendo 20 por cento face a 2008.
A cada hora que passa, a dívida estadual cresce 1,7 milhões de dólares. A taxa de desemprego subiu de 6,6 por cento em Abril de 2008 para os actuais 11,2 por cento, muito acima da média nacional, 8,5 por cento.
É claro que Schwarzenegger tinha um plano para minimizar os efeitos da crise na Califórnia, mas o povo recusou-se a pagar a factura. Em Maio levou a referendo um conjunto de seis medidas urgentes, tais como o aumento dos impostos sobre o consumo, entre outras acima já referidas de cariz igualmente antipopular.
Todas foram rejeitadas pelos eleitores por maiorias de 60 a 70, exceptuando uma, aprovada por cerca de 75 por cento: o congelamento dos salários do governador, dos deputados estaduais e dos titulares de altos cargos na função pública.

O PS a querer tapar o Sol com uma peneira!


O coveiro

Revisitando ainda passagens da campanha eleitoral, não se poderia deixar em claro as importantes declarações de Capoulas Santos (CS), o ex-ministro da Agricultura que reagiu à justa crítica de que, enquanto ministro e enquanto parlamentar europeu, foi o coveiro da agricultura no nosso País, com a tirada de que foi o coveiro sim, mas do PCP, no Alentejo.
Uma tão substantiva argumentação leva-me a assinalar dois factos distintos.
O primeiro e mais evidente, é o de que a vida veio provar o grau de acerto da atoarda do senhor.
Escassos dias após tão proeminente declaração, os resultados das eleições para o Parlamento Europeu aí estão para nos dizer que, dos quatro distritos do Alentejo, a CDU ganhou três, e somando os votos de todos os distritos que integram a região, a CDU ultrapassa o PS em quase quatro mil votos.
Ou seja, sempre se poderia dizer que, para um Partido de quem dizem estar morto e enterrado (e não esqueçamos que CS foi apenas mais um dos arautos da morte do PCP) este mexe e mexe bem e continua a dar fortes dores de cabeça ao capital e aos executores da política de direita.
O segundo, indo mais aos conteúdos, é que CS foi, de facto, responsável pela destruição de milhares de explorações agrícolas, pelo abandono dos campos, pela desumanização de vastas áreas do mundo rural, pela diminuição dos rendimentos da maioria dos agricultores enquanto enchia os bolsos a alguns com milhões em apoios sem que produzam sequer um grão de cereal.
CS foi ainda recentemente relator de um Exame de Saúde da PAC, que prevê o desligamento completo das ajudas comunitárias da produção e o fim das quotas leiteiras, com a criação de excedentes e o encharcamento do mercado nacional com leites de diversas proveniências.
Capoulas, executor em Portugal e defensor na UE das políticas que protegem a grande agricultura intensiva do centro e do norte da Europa e que despreza a pequena e média agricultura característica do nosso país, foi aliás condecorado por isso.
Talvez não seja conhecido da maioria dos leitores, mas Capoulas Santos, repete-se, ex-ministro da Agricultura do Governo português, foi recentemente galardoado com uma comenda pelo seu papel no Relatório do Exame de Saúde da PAC pelo Governo... francês de Sarkozy.
Talvez isto explique muita coisa!

João Frazão



sexta-feira, 12 de junho de 2009

Podemos acreditar nos "escribas" do sistema?


Nem a árvore, nem a floresta


Para a história destas eleições para o Parlamento Europeu ficará, além do extraordinário resultado da CDU, a determinação com que os principais órgãos de comunicação social se esforçaram por o esconder

Logo a começar nos comentários da noite eleitoral, em que António Barreto decretou ao mundo o pior resultado, histórico, da CDU, com a SIC a fazer-lhe a decerto involuntária maldade de lhe pôr um gráfico por baixo do queixo com o aumento de votos e percentagem da CDU. A Antena 1 informou que a CDU foi a força mais votada «no Alentejo» - e quanto ao facto de a CDU ter sido a força mais votada em três distritos, dão-se alvíssaras a quem encontrar melhor.

O DN pôs a fotografia de Jerónimo de Sousa na coluna dos «cinco vencidos», mesmo com o seu jornalista a relatar a subida da CDU.

Benemérito, o Público lá reconhece que o «resultado salva a noite do PCP» (embora fique a dúvida: se a noite foi para apurar resultados, o que era suposto ter «salvo a noite do PCP» senão... o resultado?!)O Correio da Manhã titulava na 2.ª feira a seguir às eleições: «Perder à esquerda», referindo-se à CDU.

O desconcerto é total: mas se o CM informa que a CDU teve mais votos, mais percentagem, o melhor resultado desde há 15 anos e ainda lhe atribui forte contribuição para a derrota do PS, então «perder à esquerda» porquê?!

Na mesma página, publica-se um texto de Joana Amaral Dias que atribui o aumento da votação no PCP «ao estado em que se encontra o PS». É a tão velhinha tese que volta ciclicamente a ser repetida em alturas de eleições, na Festa do Avante!, nos aniversários e nos Congressos do Partido e da JCP em que – surpresa! - o PCP continua a existir e a reforçar-se.

A tese que atribui essa existência e esse reforço não ao enraízamento, à convicção ou à consciência de milhares de militantes, amigos e eleitores do PCP e da CDU, mas sim ao demérito dos outros partidos, ao atraso do País, ao subdesenvolvimento do povo.

Como gostavam que assim fosse, vão repetindo e repetindo, a ver se a realidade desaparece quando abrirem os olhos. Mas ela aí está – a olhos vistos.

Margarida Botelho

segunda-feira, 8 de junho de 2009

terça-feira, 2 de junho de 2009

Os sermões do "profeta" Belmiro!


Tirar «os pés da água»... só para lhes dar um pontapé!

Belmiro de Azevedo brindou-nos com uma síntese de grande importância. Disse o Sr. Eng. que «os empresários têm a obrigação de dizer com clareza o que pensam, os políticos têm de arredondar as afirmações».
E começou a disparar o que pensa: ter um emprego, seja ele qual for e em que condições for, é razão suficiente para os trabalhadores estarem agradecidos; o horário deveria ser anual, e usado a bel-prazer do patrão; trabalho extraordinário sempre que o patrão quiser, mas pago a singelo; as eleições são uma chatice, perturbam a vida das pessoas, e nelas promete-se muito que depois não pode ser cumprido.
E para mais não teve tempo, sendo que não é difícil adivinhar o muito mais que lhe entretem as meninges, e que o levaram a afirmar que «Não há emprego para quem quer passar os fins-de-semana com os pés na água.»
Os «políticos» do Sr. Eng. (que ele despreza, como despreza todos os seus empregados, por fielmente que o sirvam), já começaram a «arredondar as afirmações».
É ouvi-los, e nenhum repete as frases do Sr. Eng.. Alguns até pelo contrário: quem os ouvir não os leva presos. Mas representada a farsa eleitoral, irão enterrar as promessas e cumprir obedientes a cartilha do Sr. Eng., como sempre fizeram. Mas então, porque anda chateado o Sr. Eng.?
Porque queria viver no fascismo e não vive, vive no Portugal de Abril, com tudo o que conseguimos defender da nossa revolução e o tanto mais que ela aponta para ser (re)conquistado.
Porque queria um rebanho de carneiros para explorar e saiu-lhe na rifa um povo que luta e resiste.
Porque tem ódio a um só Partido, o PCP, e esse Partido não desaparece nem se verga, antes cresce, reforça-se, ganha confiança.
E, parafraseando o Sr. Eng., no dia 7 de Junho, vale a pena não pôr os pés na água.
Para defender o direito ao trabalho e ao trabalho com direitos.
Para dar um valente pontapé nos belmiros e nos seus «políticos», para dar força ao PCP, à força política que está na vanguarda da luta e da resistência à intensificação da exploração.
Para votar CDU, o voto que faz falta a quem trabalha.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Cresce o apoio à CDU.



A dez dias das eleições para o Parlamento Europeu, continua a crescer o apoio à força política que na Europa e em Portugal defende os interesses do povo e do país.
A Coligação que lá, como cá, nas instituições e nas ruas, nas grandes e nas pequenas acções de massas, está sempre ao lado das populações, dos trabalhadores e de outras camadas sociais esmagadas pelo rolo compressor da política de direita, quer ela seja imposta por uma UE federalista, militarista e neoliberal, ou por um Governo apostado na revanche com Abril.
Com a CDU estão personalidades das mais variadas áreas.
Reconhecem o trabalho, a honestidade e a competência e o valor das nossas propostas.
Somam-se a muitas centenas de milhares no combate à descrença, ao fatalismo, às políticas antipopulares. Acreditam que é possível uma vida melhor e um outro rumo para a UE.
Sabem que o reforço da CDU em número de votos e mandatos é condição para a construção de uma Europa dos povos e um Portugal de progresso, justiça social e direitos.Por isso apelam a que ninguém falte no próximo dia 7, e todos levem a luta até ao voto!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Confiança inabalável na CDU.

Terminou, no Sábado dia 23, às 18.00 no Marquês de Pombal em Lisboa a Marcha da CDU "Confiança, Protesto e Luta".
Na maior manifestação promovida por uma força política em Portugal, marcaram presença 85.000 pessoas.
Mas mais importante e decisivo, marcaram presença na Marcha, as aspirações, reivindicações e esperanças dos trabalhadores e do povo português.
Cabe-nos espalhar pelos quatro cantos de Portugal a imagem desta Marcha e a mensagem com que Jerónimo de Sousa terminou a sua intervenção:

SIM, É POSSÍVEL!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

CDU Belém.Sim é possível!




Freguesia de Belém


Belém caracteriza-se por ser uma das montras turísticas da cidade de Lisboa, atraindo todos os anos milhares de turistas. No entanto, a sua freguesia apresenta incontáveis problemas com que se debate mas que persistem no tempo sem qualquer resolução por parte do actual elenco político que preside os seus destinos.


A CDU Belém em conjunto com os seus moradores tem trabalhado no sentido de responder a todas as solicitações com que se tem deparado. Para desempenhar essa tarefa tem ouvido e anotado as reivindicações da sua população, de forma a podê-la servir mais e melhor.


CDU Belém, Sim é possível!


A CDU Belém necessita portanto do seu apoio e de todos aqueles que se revejam no nosso projecto para a Freguesia e que se define pela iluminação pública e pela sua limpeza em todas as ruas da Freguesia, pela implementação de bandas sonoras na Calçada do Galvão, do corrimão na Rua das Terras, dos separadores existentes na Rua de Belém e que foram retirados aquando da visita de chefes de Estado europeus a propósito do Tratado de Lisboa, do restabelecimento e posterior aproveitamento do parque escolar que se encontra abandonado há uns anos a esta parte, pelo alertar a Câmara Municipal para os diversos buracos que tantos transtornos causam na circulação automóvel, pela criação e dinamização de actividades (desportivas, artísticas, etc) dirigidas tanto aos nossos jovens como à população mais idosa, pela reposição do nosso Boletim ao serviço dos moradores de Belém e não ao serviço de interesses privados, enfim, servir a população mais e melhor.


CDU Belém, Sim é possível!


Contamos consigo para que nos ajude neste ano de 2009 marcado por várias eleições: europeias, legislativas e autárquicas e que dessa forma consigamos juntos fazer uma rotura com as políticas de direita que tanto têm afectado os portugueses e prejudicado as suas vidas ao aumentar ainda mais o desemprego, a precariedade, os baixos salários, os contratos a prazo.


CDU Belém, Sim é possível!



T.C. Red. da Adm. do Blog CDU em Belém

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O carro de som da CGTP-IN em Madrid - Grandola Vila Morena

A CGTP, em Portugal e na UE., sempre na vanguarda da promoção de interesses e na defesa dos direitos dos trabalhadores.

Uma "democracia" à maneira deles!

Se eles pudessem….

As concepções e práticas antidemocráticas de muitos dos membros do Governo PS, a obstinada perseguição aos comunistas e ao Movimento Sindical Unitário e o desespero provocado pelo protesto e pela luta contra a sua política têm estado na origem de escandalosas e inaceitáveis afirmações e atitudes, reveladoras do conteúdo reaccionário da política que levam por diante contra os trabalhadores, o povo e o País.
Sete dias apenas separam três situações que são em si ilustrativas dos tempos que correm.
A primeira que aqui assinalamos registou-se nas comemorações do 1.º de Maio em Coimbra, onde um «graduado» solicitou aos dirigentes da União de Sindicatos presentes no local a cedência da listagem das palavras de ordem a utilizar na referida manifestação, cedência que justamente terá sido recusada, pois, como é evidente, não cabe às forças de segurança qualquer julgamento ou apreciação do conteúdo político de uma manifestação, coisa que é assim no nosso País, desde a Revolução de Abril de 1974.
A segunda, para lembrar as declarações a 6 de Maio do Secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, a propósito do questionamento que realizou sobre a presença de vários dirigentes da FENPROF na lista da CDU ao Parlamento Europeu, bem como da legitimidade das acções de luta previstas pelo movimento sindical docente para o mês de Maio, nomeadamente a manifestação de dia 30. Isto é, considerou-se o governante no direito de negar aos dirigentes sindicais os seus direitos políticos, inclusive o de serem candidatos da CDU, para a seguir procurar atacar por via do anticomunismo a unidade no seio dos professores, coisa que, como tem sido evidente, não conseguiu, nem consegue.
A última, para assinalar a decisão do Tribunal de Guimarães que, no dia 7 de Maio, absolveu – independentemente das considerações e motivações presentes no acórdão – os quatro dirigentes sindicais acusados de «manifestação ilegal», num processo que, apesar da decisão favorável aos trabalhadores, constituía uma clara tentativa de criminalização da luta e de condicionamento da capacidade de acção do movimento sindical unitário.
O que fica claro destes três episódios é que a vontade de liquidar a capacidade de luta e resistência à política de exploração que comanda o País é muita, mas não é maior do que a coragem e a determinação dos homens e mulheres que nos seus locais de trabalho, nas suas empresas, nos seus sindicatos lutam pelos seus direitos enquanto trabalhadores.
Entre eles, e por direito próprio, contam-se muitos militantes comunistas cujo papel na defesa desses direitos, na construção da unidade entre os trabalhadores, na elevação da sua consciência política – incluindo na opção de voto - é fundamental.
Não tenhamos dúvidas, se eles pudessem….mas não podem!

Publicado no "Avante"


segunda-feira, 11 de maio de 2009

CDU da Ajuda na defesa da segurança de pessoas e bens.



População da Ajuda Inaugura esquadra virtual prometida há 10 anos!

Este Domingo, uma centena de Moradores da Ajuda participaram na inauguração da esquadra virtual da Ajuda.

Uma Esquadra prometida há 10 anos, para a qual a CML disponibilizou então um espaço com dois andares na freguesia, mas que continua hoje sem sair do papel. Na ocasião, Joaquim Granadeiro, Presidente da Junta de Freguesia eleito pela
CDU sublinhou que esta é uma luta para prosseguir, e apelou a uma ainda maior participação da população em futuras
acções de luta.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

PROTESTO, CONFIANÇA E LUTA!




A Marcha anunciada no passado mês de Março pelo Secretário-Geral do PCP para o próximo dia 23 de Maio tem como lema «Marcha – Protesto, Confiança e Luta!


Nova política – Uma vida melhor», iniciando-se às 15 horas da Praça do Saldanha para o Marquês de Pombal, onde terminará com um comício.


Esta Marcha de indignação e protesto, mas também de confiança na luta por uma nova política, terá início às 15 horas, na Praça do Saldanha (com concentrações prévias dos participantes a partir do Campo Pequeno e ao longo da Av. de República), e terminará com um comício no Marquês de Pombal.

Ao longo das próximas semanas a CDU intensificará a divulgação desta importante iniciativa política para que, de todo o país, possam participar todos aqueles que desejam levar mais longe a denúncia e o combate consequente às injustiças e desigualdades sociais, ao desemprego, à corrupção, à degradação das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e de diversos sectores e camadas da população e que justamente reclamam uma ruptura com a política de direita, uma nova política e um novo governo para Portugal.


Org. do PCP



terça-feira, 5 de maio de 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Reposição da ordem e do direito.

Quem não reclama os seus direitos; ou é porque um dia os perdeu ou acha que não os merece.
Em resposta à destruição dos pendões da CDU, por parte da UGT na noite de quarta-feira, foram hoje repostos, por brigadas de militantes do PCP, os respectivos pendões ilegalmente retirados pela UGT. Mas com uma crucial diferença:
A CDU não retirou a propaganda da UGT, apesar desta ter sido colocada abusivamente. O combate ao oportunismo sindical trava-se nas empresas e nos locais de trabalho e junto dos trabalhadores, como o PCP sempre tem feito e continuará a fazer, e a liberdade defende-se exercendo-a!